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Uma Noite na Casa do meu Amigo


Uma noite na casa do meu amigo

Era o dia mais feliz da minha vida, ia ser a primeira vez que eu passaria a noite na casa do Manuel, meu melhor amigo! Peguei tudo que precisava: Pijama, escova de dente e o saco de dormir.
Quando cheguei à casa do Manuel, ele me chamou para jantar. Comi tanto que QUASE recusei a sobremesa, mas quem não ia querer um pedaço de bolo de chocolate?
Depois fui assistir a um filme com ele, mais não assistimos todo, porque já era tarde e tínhamos que dormir.
Quando estava prestes a pegar num sono, ouvi um barulho vindo da janela. Uma mão horrível estava batendo na janela. Logo pensei que era um monstro gigante que queria quebrar a janela para nos pegar! Então virei para outro lado e fechei tanto os olhos que peguei no sono. Logo depois acordei com um barulho de porta se abrindo. Era o armário do quarto dele.
Uma mão apareceu e ficou balançando com o vento. Queria acordar o Manuel e pedi para os pais dele ligarem para os meus, mais achei que ele ia pensar que eu fiquei com medo no primeiro dia que fui dormir na casa de alguém, então não fiz nada. Fiquei lá, parado, olhando pra cima, só pensando na minha mãe, no meu pai, na minha irmãzinha e meu cachorro, na minha casa e no meu quartinho que não tinha monstros. Comecei a ter saudade da manhã, que naquele dia estava demorando muito. E enquanto a manhã não chegava, a noite invadia a metade do mundo. Comecei a pensar:
- Porque a manhã está demorando tanto? Nos dias de aula ela chega tão rápido! Queria que já fosse manhã, pra correr pra minha casa e abraçar a minha familia!
Foi quando vi uma coisa (que eu não sabia exatamente o que era), com uma boca enorme, e dois braços cumpridos! Fiquei paralisado. Será que ele iria me pegar?
Foi quando fechei os olhos e pedi com muita vontade que a manhã chegasse logo, e que os monstros sumissem, foi quando uma luz apareceu na janela, finalmente a manhã tinha chegado.
 Levantei logo e fui ver se os monstros ainda estavam lá. Logo deparei com um galho de árvore que mais parecia uma mão. Percebi que a mão que estava batendo na janela era apenas o galho da árvore.
Fui ver o que era que estava no armário. Era apenas a manga do casaco dele que balançava e não um braço. E o motivo da porta ter se abrido foi só o vento.
A boca enorme era apenas o baú de brinquedos dele que estava aberto, e os dois braços era lenços pendurados.
Voltei pra cama. Só deu tempo de fechar os olhos. Lá vem o pai do Manuel, acordar a gente.
Quando cheguei em casa fui direto pro meu quarto dormir. Sorte que desta vez eu podia dormir tranquilo, se não fosse a minha irmã.

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